Basilisk
BASILISK
[services_pentest]PENTEST PROFISSIONAL

Teste de intrusão com finding validado na unha.

Teste de intrusão conduzido por gente, com exploração manual e cada achado reproduzido antes de virar relatório. O objetivo não é listar o que parece vulnerável: é demonstrar o que um atacante consegue fazer com o que está exposto hoje.

O que um pentest responde que um scanner não responde

Ferramenta automatizada aponta o que parece vulnerável. Um pentest demonstra o que é de fato explorável e até onde o acesso chega. A diferença aparece no encadeamento: uma falha de autorização que isolada seria tratada como baixa vira crítica quando permite alcançar um dado que deveria estar fora do alcance daquele usuário. É esse caminho completo que ferramenta nenhuma constrói sozinha — e é ele que muda a decisão de quem prioriza a correção.

  • Cada achado é reproduzido manualmente antes de entrar no relatório: saída bruta de ferramenta não vira entrega.
  • O risco é descrito pelo impacto no seu negócio, e não apenas pela nota genérica de uma base pública.
  • Falso positivo não chega até você — o que não foi reproduzido fica de fora do documento.
  • O caminho de exploração fica registrado passo a passo, para que o seu time consiga repetir e confirmar a correção.

O que está incluído

Escopo abaixo é o padrão para um engajamento típico. Tudo é ajustável durante a call de scoping, sem custo.

// aplicação web
  • Autenticação, sessão e recuperação de senha
  • Autorização horizontal e vertical por objeto
  • Injeção em consulta, comando e template
  • Lógica de negócio e fluxos que podem ser burlados
  • Upload, processamento e servir de arquivos
  • Configuração de cabeçalhos, cookies e CORS
// API e integrações
  • Enumeração de recursos e identificadores previsíveis
  • Controle de acesso entre contas e entre inquilinos
  • Validação de esquema e tratamento de tipo inesperado
  • Limites de taxa, custo e abuso automatizado
  • Autenticação entre serviços e rotação de segredo
  • Exposição de dado excessivo na resposta
// infraestrutura e rede
  • Superfície exposta na borda e serviços esquecidos
  • Versões sem suporte e correção pendente
  • Segmentação entre ambientes e entre redes
  • Serviços internos alcançáveis a partir do perímetro
  • Configuração de TLS e de terminação de tráfego
  • Movimentação lateral a partir de um acesso inicial
// identidade e acesso
  • Provedor de identidade e fluxos de federação
  • Segundo fator: cobertura, contorno e recuperação
  • Privilégio herdado e acúmulo de permissão
  • Contas de serviço e credencial em código
  • Sessão em múltiplos dispositivos e revogação
  • Cadastro e onboarding de novos usuários
// mobile e sem fio
  • Aplicações Android e iOS, incluindo armazenamento local
  • Comunicação do app com a API e fixação de certificado
  • Proteções contra manipulação e execução em aparelho comprometido
  • Wi-Fi corporativo, rede de visitantes e segregação entre elas
  • Infraestrutura on-premises e o que ela alcança na nuvem
  • Quiosques, terminais e dispositivos de uso compartilhado
// classes de falha priorizadas
  • Injeção: SQL, NoSQL, LDAP, comando e template
  • Autenticação, autorização, IDOR e escalada de privilégio
  • SSRF, XXE e desserialização insegura
  • Falhas de lógica de negócio e de fluxo de pagamento
  • XSS, CSRF e clickjacking com impacto demonstrado
  • Criptografia mal aplicada, token previsível e JWT frágil

Modalidades

ajustáveis ao escopo
01 /

Caixa-preta

Começamos sem informação privilegiada, na mesma posição de quem ataca de fora. Mede o que a sua superfície entrega para um desconhecido e costuma revelar o que ninguém sabia que estava exposto.

02 /

Caixa-cinza

Recebemos credenciais e uma visão geral da arquitetura. É a modalidade que cobre mais superfície no mesmo tempo, porque o esforço vai para exploração em vez de reconhecimento — e é onde falha de autorização aparece.

03 /

Caixa-branca

Acesso a código, configuração e documentação. Permite alcançar caminhos que raramente aparecem de fora, como condição de corrida, tratamento de erro e lógica sensível escondida atrás de várias camadas.

Quando um pentest costuma fazer diferença

Não é um exercício anual por obrigação. Existem momentos em que o teste devolve mais do que custa, porque a superfície mudou ou porque alguém de fora vai perguntar.

antes de uma virada grande

Reescrita, troca de provedor de autenticação ou migração de ambiente mexem em pressupostos que ninguém revisita. Testar antes da virada é mais barato do que descobrir depois com tráfego real em cima.

quando um cliente exige evidência

Contrato corporativo, questionário de segurança e processo de compra costumam pedir um teste independente. O relatório serve como resposta objetiva, sem depender de declaração própria.

depois de crescer rápido

Time novo, serviço novo, integração nova. Crescimento acelerado cria superfície que ninguém mapeou por inteiro, e permissão que foi concedida em caráter temporário e nunca voltou atrás.

quando o escopo nunca foi testado

Sistema interno antigo, painel administrativo e integração legada costumam ficar fora de todo escopo por anos — exatamente por serem considerados internos demais para preocupar.

Como conduzimos

[pipeline]
01/escopo

Definição e regras de engajamento

Antes de qualquer pacote sair, fica registrado por escrito o que entra no escopo, o que fica de fora, quais janelas são permitidas e quem é acionado se algo sair do previsto. Também combinamos o critério de parada para achado crítico, para que uma descoberta grave chegue a você no mesmo dia em vez de esperar o relatório.

02/recon

Reconhecimento e mapeamento

Levantamos a superfície real: domínios, subdomínios, serviços expostos, tecnologias, pontos de entrada e o que já é público sobre o ambiente. É a etapa que costuma revelar ativos fora do inventário — ambiente de homologação acessível, painel esquecido, serviço que subiu para um teste e ficou.

03/análise

Varredura e triagem

A automação entra aqui, e só aqui: ela cobre volume e aponta candidatos. Todo resultado passa por triagem manual, porque a maior parte do que uma ferramenta marca não se sustenta quando alguém tenta reproduzir. O que sobra vira hipótese de exploração.

04/exploração

Exploração manual

É onde o teste se separa de uma varredura. Encadeamos falhas, testamos lógica de negócio, tentamos escalar privilégio e alcançar dado que deveria estar protegido — sempre dentro das regras combinadas e sem tocar em disponibilidade de produção.

05/impacto

Pós-exploração e alcance

Achar a porta não basta: interessa até onde ela leva. Medimos o alcance de um acesso inicial, o que dá para ler, alterar ou persistir a partir dele, e se é possível chegar a outro sistema. É essa medida que transforma uma nota técnica em risco de negócio.

06/entrega

Relatório e reteste

O relatório traz o caminho reproduzível, o impacto e a correção recomendada, com uma leitura executiva separada da técnica. Depois da correção, retestamos os itens tratados e registramos o que fechou — porque achado corrigido só conta quando alguém confirma.

Referências públicas que guiam a execução

Trabalhamos sobre metodologias abertas e reconhecidas. Isso torna o escopo comparável entre fornecedores e permite que a sua auditoria confira o que foi coberto sem depender da nossa palavra.

OWASP WSTG
O guia de testes de aplicação web da OWASP organiza a cobertura por categoria — autenticação, sessão, autorização, validação, lógica de negócio — e serve de base para mostrar o que foi verificado.
OWASP API Security
A lista de riscos de API trata do que aplicação web tradicional não cobre bem: autorização em nível de objeto, exposição de dado além do necessário e consumo sem limite.
PTES
O Penetration Testing Execution Standard descreve as fases de um teste, do pré-engajamento ao relatório, e é a espinha do fluxo descrito acima.
MITRE ATT&CK
O catálogo de táticas e técnicas adversárias dá nome ao que foi executado, o que permite ao seu time de defesa cruzar cada passo com o que a detecção viu — ou deixou de ver.
NIST SP 800-115
O guia técnico de avaliação de segurança do NIST define planejamento, execução e pós-teste, e é a referência mais citada em requisitos contratuais.
CVSS
A pontuação padroniza a severidade técnica, mas ela entra como insumo: o que vale na priorização é o impacto no seu contexto, e ele é descrito em texto claro além da nota.

Entregáveis

dupla visão · NDA
01

Sumário executivo

Uma leitura curta para quem decide orçamento e prioridade: o que foi testado, o que representa risco real e o que precisa de decisão. Escrito sem jargão, para sustentar conversa com diretoria e conselho.

02

Achados com reprodução completa

Cada item traz o caminho passo a passo, com requisição, resposta e evidência. Um desenvolvedor consegue reproduzir sem pedir esclarecimento, e sem depender de quem executou o teste.

03

Avaliação de impacto e prioridade

Severidade técnica e impacto de negócio aparecem separados, porque nem sempre andam juntos. A ordem sugerida considera esforço de correção, para o time não começar pelo mais caro e menos urgente.

04

Recomendação de correção específica

Orientação aplicada ao seu código e à sua arquitetura, não um parágrafo genérico copiado de documentação. Quando há mais de um caminho, o relatório descreve o compromisso de cada um.

05

Cruzamento com o seu monitoramento

Um resumo do que foi executado, mapeado por técnica, para o time de detecção comparar com o que os registros e alertas capturaram. Costuma revelar tanto quanto a lista de vulnerabilidades.

06

Reteste e carta de conclusão

Depois das correções, revisitamos os itens tratados e registramos o estado final. A carta serve para cliente, parceiro e auditor que precisam de evidência de que o ciclo foi fechado.

Perguntas frequentes

01Isso derruba o meu ambiente?

O padrão é não testar disponibilidade. Negação de serviço e qualquer ação de risco alto ficam fora do escopo salvo pedido explícito e janela combinada. Se um teste puder afetar produção, ele é levado a ambiente equivalente ou executado em janela acordada, com contato direto aberto do começo ao fim.

02Preciso preparar alguma coisa antes?

Escopo definido, credenciais de teste para cada perfil de usuário e um contato técnico disponível. Se houver proteção de borda que possa bloquear o teste, decidimos junto se ela entra no escopo ou se recebe uma exceção — testar o bloqueio e testar a aplicação são objetivos diferentes.

03Qual a diferença para uma varredura de vulnerabilidade?

A varredura compara o que encontra com uma base conhecida e devolve uma lista. O pentest tenta explorar, encadeia falhas e mede até onde o acesso chega. A varredura é barata e serve para acompanhamento contínuo; o teste manual responde o que a lista não responde — se aquilo é explorável no seu contexto.

04O relatório serve para auditoria e para cliente?

Sim. O sumário executivo é escrito para quem não é técnico e pode ser compartilhado com cliente, parceiro ou auditor. A parte técnica fica em seção separada, e a carta de conclusão após o reteste é o documento normalmente aceito como evidência em processo de compra.

05Vocês testam ambiente de produção?

Depende do risco. Homologação fiel à produção é preferível quando existe, porque libera testes mais agressivos. Quando só há produção — o caso mais comum — restringimos ações destrutivas, combinamos janela e mantemos canal aberto durante toda a execução.

06O que acontece se vocês acharem algo crítico no meio do teste?

O critério de parada combinado no início entra em ação: achado crítico é comunicado imediatamente, com o mínimo necessário para você agir, sem esperar o relatório final. Se o caso exigir, a execução é pausada até a contenção.

07Com que frequência isso deveria ser repetido?

Depende da taxa de mudança. Aplicação com entrega contínua muda de superfície toda semana, e um teste anual olha para um sistema que não existe mais. Uma prática comum é combinar teste periódico do escopo principal com teste pontual a cada mudança estrutural — nova integração, novo provedor de identidade, novo ambiente.

Setores em que este serviço é aplicado
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