Segurança ofensiva para instituições financeiras.
Banco, fintech, meio de pagamento e cooperativa operam sob três pressões simultâneas: fraude organizada, exigência regulatória e integração contínua com terceiros. Testamos o que sustenta essas três frentes.
Por que o setor financeiro é alvo permanente
Instituição financeira não enfrenta atacante oportunista: enfrenta grupo especializado, com financiamento, tempo e conhecimento do próprio setor. O atrativo não é só o saldo em conta — é a cadeia de confiança entre instituição, parceiro e cliente, que pode ser explorada em qualquer ponto.
- O ganho financeiro é direto e imediato, o que sustenta operações criminosas profissionalizadas e recorrentes.
- Pix e transferências instantâneas encurtaram a janela entre a fraude e o dinheiro irrecuperável.
- Open Finance ampliou a superfície: agora há APIs, consentimentos e parceiros fora do seu perímetro.
- A exposição regulatória transforma um incidente técnico em evento de conformidade e reputação.
O que testamos numa instituição financeira
A superfície vai muito além do internet banking. Mapeamos o caminho que o dinheiro e a identidade percorrem, e atacamos cada elo desse trajeto.
Internet banking, aplicativo móvel e área logada: autenticação, sessão, autorização por objeto e lógica de negócio das operações sensíveis.
Endpoints de iniciação de pagamento e compartilhamento de dados, fluxo de consentimento, escopo de token e isolamento entre instituições participantes.
Fluxos de cobrança, QR Code dinâmico, devolução e conciliação — incluindo abuso de lógica que não depende de falha técnica clássica.
Testamos se as regras de limite, dispositivo confiável e reautenticação resistem a manipulação, e onde a esteira antifraude pode ser contornada.
Movimentação lateral a partir de um acesso inicial, segmentação entre ambientes e caminho até sistemas de core banking e bases de cliente.
Correspondentes, processadoras, BaaS e fornecedores com acesso à rede ou aos dados — o elo que raramente entra no escopo interno.
O relatório sustenta a conversa regulatória
Entregamos evidência no formato que auditoria, área de risco e regulador conseguem ler, sem exigir tradução técnica adicional.
- LGPD
- Dado financeiro é dado pessoal sensível na prática. Documentamos exposição de titulares, base de tratamento afetada e o caminho técnico que levaria ao vazamento.
- Resoluções do Banco Central
- A política de segurança cibernética exigida de instituições autorizadas pede teste periódico e plano de resposta. O relatório se encaixa como evidência desse ciclo.
- PCI DSS
- Quando há armazenamento, processamento ou transmissão de dado de cartão, alinhamos escopo e evidência ao que o QSA vai solicitar.
- Open Finance Brasil
- Requisitos de segurança do ecossistema, incluindo integridade do consentimento e isolamento entre participantes, entram como escopo dedicado.
Como conduzimos um engajamento financeiro
Escopo por fluxo de valor
Antes de escanear qualquer host, mapeamos por onde passa dinheiro, identidade e consentimento. O escopo segue esse trajeto, não o inventário de servidores.
Janela e salvaguardas
Definimos janela de execução, limites de volume e canal de contato imediato. Ambiente transacional exige acordo explícito sobre o que não será tocado.
Exploração manual e validação
Cada achado é explorado e confirmado à mão. Não reportamos suspeita de ferramenta: reportamos o que reproduzimos, com o passo a passo.
Reteste e encerramento
Após a correção, retestamos os achados e emitimos a versão final. É essa versão que serve como evidência de ciclo fechado.
O que você recebe
- Relatório executivo orientado a risco de negócio
- Relatório técnico com passo a passo reproduzível
- Classificação CVSS com justificativa de cada nota
- Evidência assinada e registro temporal
- Priorização de correção por impacto real
- Sessão de repasse com o time técnico
- Reteste dos achados corrigidos
- Carta de atestado para auditoria e parceiros
Perguntas frequentes do setor
O teste pode ser executado sem risco ao ambiente de produção?
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Sim, e é o cenário mais comum no setor. Trabalhamos com janela acordada, limites de volume e canal aberto durante toda a execução. Operações potencialmente disruptivas só acontecem em homologação ou mediante autorização escrita e específica. O objetivo é encontrar a falha, não provocar indisponibilidade.
Vocês testam Pix e Open Finance de forma específica?
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Sim. São escopos dedicados, porque a maior parte dos problemas ali não é falha técnica clássica e sim abuso de lógica: manipulação de fluxo de cobrança, devolução, consentimento e escopo de token. Ferramenta automatizada não encontra esse tipo de coisa — depende de exploração manual com entendimento do negócio.
O relatório serve como evidência para auditoria e para o regulador?
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É para isso que ele é escrito. Vem em duas camadas: uma executiva, em linguagem de risco, e uma técnica, com reprodução passo a passo e evidência assinada. Emitimos também carta de atestado do engajamento, que costuma ser o documento solicitado por auditoria externa e por parceiros durante due diligence.
Como fica o sigilo dos dados acessados durante o teste?
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NDA é padrão antes de qualquer atividade. Trabalhamos com o mínimo de dado necessário para demonstrar o impacto, preferimos registro mascarado na evidência e destruímos o material coletado ao fim do ciclo, mediante confirmação formal. Todo o tráfego de entrega passa por canal cifrado.
Serviços aplicados a este setor
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